terça-feira, 5 de fevereiro de 2008

Google trabalha para impedir venda do Yahoo! para a Microsoft, diz jornal


O Google estaria trabalhando de forma agressiva para impedir a venda do Yahoo! para a Microsoft. Segundo o site do jornal "The New York Times", a gigante do mercado de buscas vê o acordo como uma tentativa de ataque direto.

Na sexta-feira (1º), a Microsoft fez uma oferta de US$ 44,6 bilhões pela compra do Yahoo!. Trata-se de uma investida da gigante dos softwares na busca por espaço no mercado on-line, de olho principalmente nos crescentes ganhos com publicidade. É uma clara tentativa da empresa de rivalizar com o Google, seu maior obstáculo na área.

A publicação afirma que o executivo-chefe do Google, Eric E. Schmidt, ligou para o executivo-chefe do Yahoo!, Jerry Yang, oferecendo ajuda para afastar a Microsoft. Haveria inclusive a possibilidade de formar uma aliança Google-Yahoo!.

De acordo com o jornal, lobistas do Google em Washington também já trabalham em uma forma de apresentar uma ação contra o negócio aos congressistas norte-americanos. A idéia é que apenas um prolongamento no processo de aprovação da compra já beneficiaria o Google.

O Comitê Judiciário do Congresso dos Estados Unidos vai analisar o assunto na próxima sexta-feira (8). O órgão vai ouvir especialistas para verificar o impacto do possível negócio sobre o mercado de internet.

A empresa também teria entrado em contato com aliados como a Time Warner, dona da AOL, para saber se eles estavam interessados em fazer uma oferta pelo Yahoo!. O Google, que é dono de 5% da AOL, poderia ajudar a Time Warner no processo.

Às claras

Além do trabalho de bastidores, o Google já demonstrou publicamente seu descontentamento com a possibilidade da venda do Yahoo!. Em um post em seu blog corporativo, a empresa questiona se a Microsoft pode "estender para a internet o mesmo tipo de influência ilegal e inapropriada que mantém sobre os PCs".

Na mensagem, publicada no domingo (3) e assinada por David Drummond, vice-presidente de Desenvolvimento Corporativo e conselheiro jurídico do Google, a companhia afirma que o negócio é "mais que uma simples transação financeira, uma empresa comprando a outra".

"Enquanto a internet premia inovação competitiva, a Microsoft procurou estabelecer monopólios --e então usar sua dominação para novos mercados adjacentes", afirma o executivo.

Hoje, o executivo-chefe da Microsoft, Steve Ballmer, rebateu as acusações. "O Google tem claramente uma posição dominante. Eles têm cerca de 75% do mercado mundial de links patrocinados", afirmou. Segundo ele, a compra do Yahoo! estabeleceria a Microsoft como um "forte segundo colocado" no mercado de buscas, o que aumentaria a competição na área.

Ofensiva

Na proposta enviada ao Yahoo!, a Microsoft deixa claro que seu objetivo no negócio é unir forças para ganhar força no mercado de publicidade on-line.

Em clara referência ao Google, a empresa afirmou: "Hoje o mercado é cada vez mais dominado por um 'player' que está consolidando seu domínio por meio de aquisições. Juntos, Microsoft e Yahoo! podem oferecer uma alternativa confiável para consumidores, anunciantes e editores".

De acordo com a Microsoft, o mercado de publicidade on-line está crescendo rápido --deve passar de US$ 40 bilhões em 2007 para quase US$ 80 bilhões em 2010, nas contas da empresa.

Microsoft quer comprar o Yahoo! por US$ 44 bilhões


A Microsoft fez uma oferta de compra do Yahoo! de US$ 44,6 bilhões (R$ 78,18 bilhões) em efetivo e ações. A informação foi divulgada pela empresa fundada por Bill Gates nesta sexta (1º).

A companhia afirmou que fez a proposta à junta diretora do Yahoo! para adquirir o pacote de ações comuns a US$ 31 por título, "o que representa um total de valor acionário de aproximadamente US$ 44,6 bilhões", segundo o comunicado.

Pela proposta, os acionistas do Yahoo! poderão escolher se querem receber sua parte no negócio em dinheiro ou em ações da Microsoft. Caso escolham a última opção, eles se tornariam acionistas da empresa de Bill Gates. No total, a Microsoft se propõe a pagar metade em dinheiro e metade em ações.

No comunicado enviado ao Yahoo!, a Microsoft deixa claro que seu objetivo no negócio é ganhar espaço no mercado de publicidade on-line.

Em clara referência ao Google, que domina grande parte desse segmento, a empresa afirma: "Hoje o mercado é cada vez mais dominado por um 'player' que está consolidando seu domínio por meio de aquisições. Juntos, Microsoft e Yahoo! podem oferecer uma alternativa confiável para consumidores, anunciantes e editores".

De acordo com a Microsoft, o mercado de publicidade on-line está crescendo rápido --deve passar de US$ 40 bilhões em 2007 para quase US$ 80 bilhões em 2010, nas contas da empresa.

De acordo com Microsoft, o acordo pode gerar uma economia de gastos no valor de US$ 1 bilhão --no comunicado, a empresa fala em "eliminar a infra-estrutura redundante e custos operacionais duplicativos". A companhia disse esperar que o negócio seja fechado e seja aprovado por órgãos reguladores ainda este ano.

Crise

A oferta ocorre na mesma semana em que o Yahoo! anunciou que vai demitir mil empregados, o que representa 7% de seu quadro de funcionários. Trata-se da maior eliminação de postos de trabalho que a empresa promove desde a sua fundação. Atualmente, a empresa conta com 14.300 funcionários.

"Trata-se de um passo necessário em nossa transformação", disse Jerry Yang, co-fundador e executivo-chefe da companhia.

Na terça-feira (29), a empresa divulgou o balanço dos negócios referente ao quarto trimestre de 2007. O Yahoo! registrou um lucro líquido de US$ 206 milhões, 23% a menos do que no mesmo período do ano anterior.

A empresa reconheceu, na semana passada, que pretende investir em algumas áreas, reduzir o investimento em outras e eliminar divisões de seu negócio que não fazem parte das prioridades da empresa.

A Yahoo! foi fundado em 1994, por Yang e David Filo, quando ambos se formaram na Universidade de Stanford.

A empresa apareceu, no ano passado, na 55ª posição entre as 100 marcas mais valiosas do mundo segundo pesquisa Best Global Brands 2007.

Tentativa

No comunicado, assinado pelo executivo-chefe da empresa, Steven Ballmer, a Microsoft diz que tentou um acordo com o Yahoo! entre o fim de 2006 e o começo de 2007 --de parcerias comerciais a uma fusão. Entretanto, as propostas foram rejeitadas.

FBI anunciará US$ 1 bi para criar maior base de dados do mundo


O FBI (a polícia federal americana) anunciará nos próximos dias um contrato de US$ 1 bilhão para criar uma gigantesca base de dados com informação física dos cidadãos, informou a CNN.

Esta base de dados incorporará informação biométrica para estabelecer a identidade das pessoas segundo seus traços físicos, com o objetivo de identificar melhor criminosos e terroristas.

A iniciativa gerou preocupações entre os grupos defensores das liberdades civis sobre a privacidade dos cidadãos.

Kimberly Del Greco, chefe da seção de Serviços Biométricos do FBI, afirmou à CNN que reunir essa informação é importante para proteger as fronteiras, proibir a entrada de terroristas e oferecer segurança aos cidadãos, para que eles possam ter um bom trabalho e segurança no lugar onde vivem.

Para os que se opõem ao programa, a futura base de dados vai possibilitar que o FBI vigiar permanente a sociedade.

"É o começo de uma sociedade vigiada, na qual qualquer um pode ser rastreado em qualquer lugar e em qualquer momento, e na qual todos os seus movimentos e possivelmente todas as suas atividades serão seguidas, anotadas e comparadas", advertiu Barry Steinhart, diretor da União de Liberdades Civis dos EUA (ACLU), em entrevista à CNN.

O FBI já conta com 55 milhões de impressões digitais e nos próximos anos quer acrescentar dados sobre a palma das mãos, cicatrizes, tatuagens, características dos olhos e dos traços faciais das pessoas.

A idéia é combinar várias peças de informação biométrica para conseguir identificar com mais possibilidades de acerto um potencial suspeito.

O FBI já começou a acumular imagens que espera poder usar em breve como ferramenta adicional para identificar as pessoas.

segunda-feira, 14 de janeiro de 2008

TI é o maior risco para a segurança


Não é novidade para ninguém que os funcionários são um perigo para a segurança das empresas, seja porque deixam post-its com a senha da rede colados no monitor ou porque podem boicotar a companhia ao serem demitidos, por exemplo.

Mas você sabia que os funcionários da TI responsáveis pelas redes corporativas estão sendo apontados como o inimigo público número 1 da segurança corporativa? É o que mostra um estudo recente.

Segundo pesquisa anual do Computer Security Institute, o abuso dos técnicos responsáveis pelas redes é ainda mais perigoso para a segurança corporativa do que os ataques de vírus.

Esta é a primeira vez em 12 anos que a pesquisa aponta o dedo para a turma da TI, que tem vacilado em relação ao uso do e-mail corporativo, além de navegar em sites proibidos e instalar softwares não recomendados pela política de segurança das empresas. Foi o que disseram 59% das companhias ouvidas pelo estudo. Os incidentes com vírus foram apontados por 52% dos entrevistados entre as principais causas das falhas da política de segurança e 25% ainda listaram o mau uso dos programas de mensagens eletrônicas.

A explicação para os ataques à turma da TI é simples: por trabalharem na área, os técnicos acham que podem mais que os outros funcionários e que são experientes o bastante para não serem atingidos por fishings e outras pragas.

Uma outra pesquisa, realizada em janeiro deste ano, mostrou que 39% dos funcionários da TI acreditam que podem instalar qualquer programa em seus computadores de trabalho, independentemente de a empresa proibir ou não. Outros 53% admitiram que "tendem a negligenciar" as políticas de segurança em relação ao uso de aplicativos de instant messengers e peer-to-peer.

Qual o papel do CIO nesses casos? Ele deve ou não apertar sua turma para andar na linha? Fica aqui a discussão... Faça seu comentário!

A TI combate o crime




De 1999 para cá, a taxa de homicídios no estado de São Paulo caiu 63%. Na capital, a queda foi de 72%. A ocorrência desse tipo de crime cai há 25 trimestres consecutivos. E no terceiro trimestre deste ano, a taxa de homicídios foi 20% menor do que no mesmo período de 2006. Também em trajetória clara de queda estão os índices de crimes violentos e de roubo de veículos.

O mesmo não se pode dizer dos seqüestros e latrocínios, que mantêm números estáveis há alguns anos. Ainda há muito trabalho a ser feito mas, de maneira geral, os dados são positivos.

Muitos dos bons resultados se devem ao investimento do estado em tecnologia da informação, que no jargão policial é chamada de inteligência policial. No ano passado, conta o major Alfredo Deak Júnior, assessor de tecnologia da secretaria de segurança pública de São Paulo, foram investidos 208 milhões de reais em TI. Há investimentos importantes em projetos de digitalização de imagens e na constituição de um banco de dados de criminosos. Mas dois sistemas, chamados Siquant e Macrocrim, são os grandes destaques da inteligência a serviço das polícias civil, militar e científica do estado. Similares a uma solução de Business Intelligence, eles armazenam e geram informações quantitativas e qualitativas sobre a criminalidade, permitindo à policia saber desde dados como o local de maior incidência de cada ocorrência até traçar o modus operandi de um bandido.

Mais do que isso, a polícia usa os sistemas para decidir sua estratégia de combate ao crime. Com base nas informações obtidas, é possível planejar uma operação de ocupação de uma área, por exemplo. Em cada batida policial, há uma ponta da TI. Mas, mais importante, o sistema permite que a corporação distribua eficientemente os policiais pela cidade, escolhendo o efetivo correto para a segurança escolar, o policiamento comunitário, as rondas de moto e os postos avançados. "Isso permite que a polícia dê uma maior satisfação à sociedade", diz Deak. "Quando um deputado cobra mais policiamento em sua região, temos resultados para apresentar, o que reduz a ingerência política na operação."

A informatização também proporciona a redução de pessoal desempenhando tarefas burocráticas nas repartições das polícias. Em sete anos, a taxa do efetivo que fica no escritório caiu de 20% para 8%. "Isso quer dizer mais policiais nas ruas e maiores investimentos em viaturas e outros equipamentos", afirma Deak. Outras medidas virão em 2008, como um sistema que registra todas as placas de carros que saem da capital por estradas. Claro que a questão da criminalidade é um trabalho de muitos anos, que passa pelo combate ao tráfico de drogas e ao PCC. Mas a TI faz parte da tropa de elite que desarticula a violência sem disparar um só tiro.

INFO estréia cursos online

A seção Dicas do INFO Online traz uma novidade: cursos online completos e gratuitos sobre temas de interesse de usuários iniciantes, intermediários e avançados.

Quem entrar na página Dicas e clicar no link Cursos, localizado no canto superior direito da página, poderá escolher entre cinco cursos: Word 2003, Photoshop CS2, Linux no desktop, Linux no servidor e OpenOffice 2.0. Futuramente, novas opções serão oferecidas.

Os cursos são em Flash e apresentam, com linguagem clara e a ajuda de recursos audiovisuais, as principais funções dos programas e os passos necessários para a execução de tarefas. No curso sobre Photoshop CS2, por exemplo, aprende-se a usar camadas, trabalhar com preenchimentos e filtros e preparar imagens para a web, entre outros tópicos.

Quem fizer o treinamento em Word saberá como fazer uma mala direta por e-mail, além de lidar com modelos, estilos, tabelas, sumários, índices, cabeçalhos e rodapés. No programa Linux no desktop, os interessados aprenderão a instalar e configurar o sistema operacional do pingüim para usá-lo com aplicações mais comuns, como impressão, navegação na web, correio eletrônico, backup, gravação de CDs e DVDs e reprodução de músicas e vídeos.

No final de cada curso, os interessados podem testar seus conhecimentos sobre o assunto e, dependendo do desempenho, imprimir um certificado de conclusão.

Microsoft prepara IE8 para enfrentar Firefox


No início deste mês, num encontro com blogueiros americanos, Bill Gates declarou-se surpreso pelo fato de a equipe de desenvolvimento do Internet Esplorer 8 não estar divulgando mais informações sobre o produto. Ele acrescentou que o IE8 será tratado na MIX, conferência que a Microsoft realizará em março nos Estados Unidos. Como geralmente acontece com produtos no estágio inicial de desenvolvimento, a Microsoft tem se mantido silenciosa sobre o IE8, o sucessor do navegador incluído no Windows. Mas algumas informações têm sido divulgadas ocasionalmente por executivos da empresa.

Um deles, Chris Wilson, arquiteto de plataforma para o IE, disse, algum tempo atrás, que melhorar a segurança continua sendo a prioridade número 1. Wilson também falou em melhor suporte ao padrão Cascading Style Sheet (CSS) 2.1 e em mudanças no modelo de objetos para melhorar a compatibilidade com outros navegadores. A lista inclui, ainda, novas APIs para JavaScript assíncrono e XML. Outra alteração mencionada por Wilson seria os desenvolvedores de sites passarem a optar entre seguir os padrões próprios do IE ou os padrões abertos oficiais. Algum comando no código da página passaria essa informação ao navegador.

Outros executivos da Microsoft já mencionaram a intenção de liberar uma nova versão do IE a cada dois anos. Como o IE7 apareceu em 2006, isso, levaria à finalização do IE8 já em 2008. Mas o mais provável que que apareçam apenas cópias beta em 2008. A versão final ficaria para 2009. Vale lembrar que, nos últimos anos, o IE perdeu participação no mercado. Em 2005, o navegador da Microsoft era usado por 87% dos internautas segundo a empresa NetApplications. Neste ano 2007, a participação caiu para 79%. Enquanto isso, Firefox e Safari ganharam mercado. Mesmo considerando a folgada liderança do IE, o avanço dos rivais não pode ser desprezado. E a Microsoft terá de se mexer se quiser evitar uma perda ainda maior de participação.

sexta-feira, 11 de janeiro de 2008

DISCIPLINAS E HORÁRIOS DO 2º SEMESTRE

Saudações a todos... espero que vcs estejam curtindo muito as férias e reunindo as forças para o próximo semestre. E por falar nisso já está disponível no link abaixo as disciplinas e os horários que serão ofertados no 2º Semestre do Curso de Sistema de Informação. Copiem e colem o link a baixo e confiram. Lembrando que a matrícula do nosso curso será no dia 21/01/2008, e o início das aulas serão no dia 12/02/2008.
Agora vcs vão me dar licença, pois hoje é meu aniversário e eu vou sair agora com minha linda pra comemorar.
Um grande abraço a todos!!!!

http://www.fcrs.edu.br/cursos/horarios/sis.pdf

sexta-feira, 4 de janeiro de 2008

MS vai relaxar regra para instalar XP com SP3


A Microsoft não vai mais exigir que o usuário forneça o código de validação do XP no momento da instalação.

A corporação divulgou comunicado explicando que o Windows XP com Service Pack 3 permitirá que o usuário prossiga até o final da instalação sem precisar fornecer a chave de validação da cópia.

A chave é um código de 25 números que visa comprovar a originalidade do sistema operacional. Se após este período o usuário não validar a cópia, no entanto, o sistema operacional deixará de funcionar.

O código só será solicitado após 30 dias da instalação do Windows XP SP3. Quem já tiver o XP instalado e fizer upgrade para o SP3 não precisará fornecer código algum, pois o usuário já informou a chave de validação no momento em que instalou sua primeira versão do XP.

As regras não mudam para cópias do XP com SP1 e SP2. Nestes casos, a instalação do sistema só é completada quando o usuário fornece a chave de validação.

A regra que dá 30 dias de prazo ao usuário para validar o sistema já é oferecida em cópias do Windows Server 2003 SP2 e Windows Vista. Se após este período o usuário não validar a cópia, no entanto, o sistema operacional deixará de funcionar.

A versão final do Windows XP Service Pack 3 deve ser disponibilizada pela Microsoft até o final do primeiro semestre deste ano.
Felipe Zmoginski, do Plantão INFO